Desde 2003, tornou-se obrigatório o ensino de Histórias e Culturas Negra e Africana nos currículos dos ensinos fundamental e médio de todo o Brasil.
Esperamos que essa blog, possa ajudar os professores a inserirem esse conteúdo em sala de aula, como conteúdo de programação pedagógica e uma prática diária nas relações pessoais ao longo de todo o ano letivo.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Kiriku e a Feiticeira

Desenho francês sobre lenda africana.
Excelente para trabalhar com diversidade cultural em sala de aula.

Na África Ocidental, nasce um menino minúsculo, cujo tamanho não alcança nem o joelho de um adulto, que tem um destino: enfrentar a poderosa e malvada feiticeira Karabá, que secou a fonte d'água da aldeia de Kiriku, engoliu todos os homens que foram enfrentá-la e ainda pegou todo o ouro que tinham. Para isso, Kiriku enfrenta muitos perigos e se aventura por lugares onde somente pessoas pequeninas poderiam entrar.  
Direção: Michel Ocelot

legendado parte 1

legendado parte 2

legendado parte3
 

legendado parte 4
 

 legendado parte 5
 

legendado parte 6
 

 legendado parte 7
 
 legendado parte 8 (final)
 


Dublado parte 1 (qualidade digital inferior)
 

Dublado parte 2

Vista minha pele

"Vista a Minha Pele" é uma paródia da realidade brasileira. 
 Serve de material básico para discussão sobre racismo e preconceito em sala de aula.  


Nesta história invertida, os negros são a classe dominante e os brancos foram escravizados. Os países pobres são Alemanha e Inglaterra, enquanto os países ricos são, por exemplo, África do Sul e Moçambique. Maria é uma menina branca, pobre, que estuda num colégio particular graças à bolsa-de-estudo que tem pelo fatode sua mãe ser faxineira nesta escola. A maioria de seus colegas a hostilizam, por sua cor e por sua condição social, com exceção de sua amiga Luana, filha de um diplomata que, por ter morado em países pobres, possui uma visão mais abrangente da realidade.
Maria quer ser “Miss Festa Junina” da escola, mas isso requer um esforço enorme, que vai desde a superação do padrão de beleza imposto pela mídia, onde só o negro é valorizado, à resistência de seus pais, à aversão dos colegas e à dificuldade em vender os bilhetes para seus conhecidos, em sua maioria muito pobres. Maria tem em Luana uma forte aliada e as duas vão se envolver numa série de aventuras para alcançar seus objetivos. O centro da história não é o concurso, mas a disposição de Maria em enfrentar essa situação. Ao final ela descobre que, quanto mais confia em si mesma, mais capacidade terá de convencer outros de sua chance de vencer.